Vítima procurou a corregedoria para denunciar a extorsão, no valor de R$ 1.500
Carlos Gilberto chegou a passar mal na delegacia e foi socorrido por uma equipe do Samu
Um trabalho de investigação executado pela Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) levou a prisão, na manhã desta sexta-feira (16), do delegado Carlos Gilberto Freire de Oliveira, 61 anos, plantonista da delegacia da Várzea. De acordo com a denúncia, um comerciante, com identidade preservada, procurou a unidade policial para registrar uma queixa pelo não pagamento de um contrato, firmado durante a venda de um caminhão. O veículo teria sido apreendido em diligência, desde a última quarta-feira (14), mas, o delegado teria condicionado a liberação ao pagamento da quantia de R$ 1.500.
Diante da negativa da vítima em realizar o pagamento, alegando não dispor do valor naquele momento, o delegado teria acertado para receber a propina posteriormente, ameaçando o rapaz caso o acordo não fosse cumprido.
Um encontro foi marcado no bairro de Santo Amaro, para realizar o pagamento de R$ 700, parte do acerto. A ação foi interceptada pela polícia, que autuou Carlos Gilberto Freire de Oliveira pelo crime de concussão, configurado pelo ato de exigir para si dinheiro ou vantagem em razão da função exercida.
O caso foi direcionado para a Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos, localizada na rua Gervasio Pires, na Boa Vista, área central do Recife. O suspeito, que estava na polícia há 26 anos, chegou a passar mal, sendo socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Quando liberado, ele deve ser encaminhado ao Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.
Um trabalho de investigação executado pela Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) levou a prisão, na manhã desta sexta-feira (16), do delegado Carlos Gilberto Freire de Oliveira, 61 anos, plantonista da delegacia da Várzea. De acordo com a denúncia, um comerciante, com identidade preservada, procurou a unidade policial para registrar uma queixa pelo não pagamento de um contrato, firmado durante a venda de um caminhão. O veículo teria sido apreendido em diligência, desde a última quarta-feira (14), mas, o delegado teria condicionado a liberação ao pagamento da quantia de R$ 1.500.
Diante da negativa da vítima em realizar o pagamento, alegando não dispor do valor naquele momento, o delegado teria acertado para receber a propina posteriormente, ameaçando o rapaz caso o acordo não fosse cumprido.
Um encontro foi marcado no bairro de Santo Amaro, para realizar o pagamento de R$ 700, parte do acerto. A ação foi interceptada pela polícia, que autuou Carlos Gilberto Freire de Oliveira pelo crime de concussão, configurado pelo ato de exigir para si dinheiro ou vantagem em razão da função exercida.
O caso foi direcionado para a Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos, localizada na rua Gervasio Pires, na Boa Vista, área central do Recife. O suspeito, que estava na polícia há 26 anos, chegou a passar mal, sendo socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Quando liberado, ele deve ser encaminhado ao Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

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