O cidadão revoltado voltou ao hospital e pediu que fizessem o curativo, já que na Policlínica não tinha ninguém para fazer, mas a revolta só aumentou quando foi solicitado que o cidadão comprasse um medicamento chamado Rifocina, essencial para fazer o curativo.
“Tive que comprar uma Rifocina para eles fazerem o curativo na minha cabeça, no hospital não tinha, eu comprei em uma farmácia, gastei R$ 12,00, eu não tinha outra opção”, contou o cidadão que preferiu não ter o nome revelado, com medo de perseguição política já que terá que voltar para fazer outros curativos.
“É revoltante tudo isso que se passa na saúde pública em Brejo, pensei que nesta época de eleição e a saúde estaria melhor, mas pelo que vejo só piora”, disse o morador da Rua Dom Luiz de Brito.
Do Estação Notícias
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