O centro de comando e controle concentra monitores que recebem imagens de câmeras espalhadas pela cidade. “A integração é o principal produto que vamos oferecer e que ficará como principal legado após a Copa. Nós estamos finalizando a documentação para a compra de diversos equipamentos e devemos ir para o mercado no final deste mês e início do mês seguinte para disponibilizar às diversas cidades-sede”, explicou o delegado.
Ele também disse que os equipamentos para os centros sairão de verbas federais, mas ressaltou que a compra e a instalação das câmeras serão de responsabilidade dos governos estaduais. Em cada um desses locais haverá forças de segurança municipais, estaduais e federais. Pelo projeto, serão montados dois centros nacionais, no Rio e em Brasília, para controlar as imagens de todo o Brasil durante a realização do Mundial.
“É possível que algumas cidades tenham hoje não um centro de comando e controle, mas um embrião dele. Nós vamos até lá, verificamos o que existe e calculamos o que é necessário para transformar isso no padrão Copa do Mundo. O restante desses equipamentos nós adquirimos e instalamos”, contou o delegado. “Tão logo os equipamentos sejam adquiridos, nós levamos aos Estados, montamos o centro de comando e controle e começamos a treinar e simular a atuação nele.”