A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou uma nota nesta quarta-feira na qual defende o voto aberto no processo de cassação do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). Segundo o presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, o voto secreto, nesse caso, não deve ser aceito como algo normal. “O anonimato deve servir de proteção para os cidadãos em suas escolhas, mas é inaceitável sua utilização para esconder as decisões de seus representantes”, disse.
“Não tem cabimento o argumento de que o voto secreto serviria para garantir independência de atuação dos legisladores. Ele se justificava, sim, à época da ditadura militar, para assegurar a liberdade de voto e a integridade física dos parlamentares, afirmou”, falou Damous, que lembrou que está nas mãos do Congresso a oportunidade de “dar à sociedade meios de acompanhar a atuação e exercer controle sobre o voto daqueles que elegeu para representá-la”
Nenhum comentário:
Postar um comentário